sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Amigo

O bom de ser pai de um menino como o Lucas é poder contar com um amigo. Agora com dez anos ele é mais que uma criança para se ter cuidado e sim um parceiro para se partilhar opiniões. Conversamos muito, mesmo que sejam entre intervalos de semana de estudo, video games, revistas, livros e desenhos animados. Sempre existem questionamentos aserem feitos e ando ficando pasmo que eles partem dos dois lados, de pai e filho.
Gosto do respeito que ele demonstra pela minha experiência e pela curiosidade que ele tem, e adoro quando ele tem paciência para me escutar ou na explicação ou na minha ladainha de vida. Queria colocar isso bem claro e que ele um dia pudesse ler que entendo que nós temos algumas complicações em dividir a tênue linha do respeito fraternal até por que nos respeitamos muito em nossas crenças e ideologias e, portanto, tratamentos iguais demandam respeitos iguais. Espero que ele entenda que a experiência que relato para ele e asorientações que lhe sugiro são medos normais de pai buscando que o filho não cometa os mesmos erros.
Sempre falo, a cada dia, que o amo muito e o quanto ele é importante para mim. Acho que isso é o mínimo que posso fazer, não para suprir a necessidade que cada um de nós tem de saber que está fazendo o seu papel, mas para realmente diminuir a pressão que o mundo exerce sobre todos, em todos os ângulos e faceta desta nossa vida. Espero que ele saiba que neste amor eu me sustento tanto quanto ele, assim como no respeito nós nos fotalecemos tanto a um quanto a outro. Que seja assim por um bom tempo.

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